ENTRE DOIS, UM TERCEIRO: DO ANALISTA IMPLICADO À UMA RELAÇÃO TERAPÊUTICA ÚNICA, A PARTIR DA TEORIA DO TERCEIRO ANALÍTICO DE THOMAS OGDEN



ENTRE DOIS, UM TERCEIRO: DO ANALISTA IMPLICADO À UMA RELAÇÃO TERAPÊUTICA ÚNICA, A PARTIR DA TEORIA DO TERCEIRO ANALÍTICO DE THOMAS OGDEN
Giovanna D. S. Silva
Vitória Gamba Costa

27/10/2026
255-267
13
A psicanálise clássica passou, ao longo dos anos, por importantes transformações sobre a postura do analista no setting analítico, desde Freud a Zimerman com a concepção de que o analista devia ser uma tela em branco neutro de todas as projeções do analisando. Autores posteriores a eles passaram a encontrar estigmas presos a ideia clássica de modo que limitassem a relação analítica. Nesse contexto, Klein e Winnicott desenvolvem a ideia inicial freudiana sobre a comunicação intrapsíquica, aprofundando conceitos como projeção, introjeção e identificação projetiva, e à posteriori, influenciado por esses autores, Thomas Ogden cria o conceito do “terceiro analítico” compreendido como uma experiência psíquica criada em unidade entre analista e analisando que passam a coexistir em tensão dinâmica analista-analisando.
Ler mais...Analista-analisando; Terceiro analítico; Thomas Ogden
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