TERAPIA ANTIFÚNGICA COMBINADA E MONOTERAPIA NO TRATAMENTO DA MENINGITE CRIPTOCÓCICA EM PACIENTES IMUNOCOMPROMETIDOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Code: 260421710
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Título

TERAPIA ANTIFÚNGICA COMBINADA E MONOTERAPIA NO TRATAMENTO DA MENINGITE CRIPTOCÓCICA EM PACIENTES IMUNOCOMPROMETIDOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores:
  • Maria Eduarda Soares Carneiro

  • Larissa Barbosa Gouveia Fernandes

  • Maiza Medeiros de Paula Calado

  • Mariana Ribeiro Queiroz

  • Gabriel Bernardes Rigueira

  • Luiz Henrique de Melo Pereira

  • Diego Borba Barros Gomes da Silva

  • Julyana Viegas Campos Cavalcanti

  • Danilo Ramos Cavalcanti

DOI
  • DOI
  • 10.37885/260421710
    Publicado em

    05/06/2026

    Páginas

    130-146

    Capítulo

    9

    Resumo

    Objetivo: Sintetizar e analisar os desfechos clínicos da terapia antifúngica combinada em comparação à monoterapia no tratamento da meningite criptocócica em pacientes imunocomprometidos. Métodos: Revisão integrativa da literatura, guiada pela estratégia PICO, com busca nas bases MEDLINE, BVS, Scopus e Web of Science (2021–2026). Foram incluídos estudos clínicos e observacionais envolvendo pacientes imunocomprometidos com meningite criptocócica, comparando terapia combinada e monoterapia. Após triagem e elegibilidade, 11 estudos compuseram a amostra final. Resultados: A terapia combinada, especialmente com anfotericina B associada à flucitosina, demonstrou melhores desfechos clínicos, incluindo maior sobrevida, maior taxa de esterilização do líquor e menor mortalidade, em comparação à monoterapia com fluconazol. Protocolos recentes, como o uso de anfotericina B lipossomal em dose única, apresentaram eficácia semelhante aos regimes tradicionais, com menor toxicidade e tempo de internação. Contudo, limitações como toxicidade e acesso restrito aos fármacos persistem, sobretudo em países de baixa e média renda. Conclusão: A terapia antifúngica combinada é superior à monoterapia no tratamento da meningite criptocócica, embora desafios relacionados à acessibilidade e segurança ainda limitem sua implementação ampla. Estratégias inovadoras podem contribuir para melhorar os desfechos clínicos.

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    Palavras-chave

    Meningite criptocócica; Terapia antifúngica combinada; Imunocomprometidos

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